Às vezes juro que esqueces-te de mim. E isso dá-me um forte aperto no coração. Tentei compensar essa falta com tudo mas nada valeu a pena. Não percebo. É isso! Não compreendo. Mas se pensas que perdi a esperança...Então estás embrulhado numa mentira. Nunca! Pergunto-me se te devo procurar ou apenas ficar a espera que apareças um dia e nunca mais me abandones. Tenho vivido assim, consolada e realizada pelos outros pensando que não precisava de ti. Talvez um dia tenha hesitado ou talvez hoje ainda hesite. Talvez um dia me tenhas virado as costas e isso transformou-me. Não te olho nem te investigo no Google. É angústia e inquietação. Tenho-te guardado e escondido num casulo, á espera que te transformes na perfeição para te envolver na minha ternura. Jamais te quero procurar, mas sim de uma forma delicada me descubras. Quero-te como minha protecção para te revestir de uma forte ambição e me comprometer a que tudo será distinto, diferente, inteligível. Quero habituar-me á inocente ideia que te tenho. Ordeno que quando menos esperar apareças! O único problema é que já esperei tanto que te quero imediatamente. Não estou apaixonada afinal e esse é o enigma. É a ausência de um “Era uma vez…”
Digam-me do que falo.
Digam-me do que falo.

Joana
1 comentário:
Do amor! Pelo menos e isso que me dá a enteder. Está excelente joana, tens O talento, mas isso já estas farta de ouvir!
Lindo mesmo
Beijinhos querida*
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